sexta-feira, 19 de outubro de 2018

PREFEITURA DE TIBAU DO SUL REALIZA TRADICIONAL FESTA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS NO DISTRITO DE CABECEIRAS










GRUPO BRASILEIRO HONDA INVESTE EM GESTÃO DE RELACIONAMENTO COM O CLIENTE E MARKETING DIGITAL E AUMENTA EM 550% A PROSPECÇÃO DE CLIENTES

Fachada Brasmoto

A Syonet CRM atende grupo há dois anos e a empresa Lead Force marketing digital há seis meses.

São Paulo, 17 de outubro de 2018 – Reconhecido como o maior grupo de concessionárias de moto Honda do sul da Bahia, o Grupo Brasileiro conta com sete concessionarias de motos e uma média de venda de 800 veículos por mês. Para aperfeiçoar o contato com os clientes e aumentar sua rentabilidade, o Grupo contratou há dois anos o Syonet CRM, que é líder em soluções de Gestão de Relacionamento com o Cliente para o setor automotivo no Brasil.

Até 2016, o Grupo Brasileiro Honda formado pelas lojas: Brasmoto, Jupará Motos, Moto Sul e Realeza Motos, realizavam os controles de vendas e prospecções por meio de planilhas e com algumas informações do DMS/ERP. “Diante desse cenário, começamos a perceber que era necessário evoluir e utilizar de novas soluções. Além disso, o DMS/ERP é um sistema que tem foco em gestão da empresa e não em prospecção e vendas. Foi aí que contratamos uma solução focada no cliente, ou seja, o Syonet CRM”, conta o gerente de marketing da empresa, Vinicius Dias.

“Com o módulo de vendas da Syonet, passamos de uma média de 2.000 prospecções por mês feitas pelos vendedores para 11.000”, explica Dias. “A solução é robusta, fácil e nos ajuda na jornada do cliente desde o primeiro contato até o fechamento do negócio“, complementa.

Controle eficiente da equipe

Com o sistema de CRM, o Grupo passou a consolidar resultados do controle da prospecção, aumentando a captura de prospects e gerando mais leads, e a acionar campanhas e ações de vendas, por meio de SMS, e-mails e contatos telefônicos para os clientes, por exemplo. Atualmente, o sistema da Syonet é utilizado por 135 pessoas dentro do Grupo, sendo 120 vendedores e 15 membros da gerência.

Geração de leads

Recentemente, o Grupo Brasileiro Honda também contratou a agência de marketing digital Lead Force para potencializar as vendas web e juntas acabam de criar quatro sites para cada uma das marcas, com foco total na geração de leads.

“Tínhamos uma agência que nos atendia, mas sentimos a necessidade de mudar, porque hoje precisamos de sites com integração aos mecanismos de busca do Google e ao Facebook, para aperfeiçoar a presença digital das nossas lojas e, garantindo, assim a permanência entre asmarcas reconhecidas da região”, explica Dias.

“O segmento de motocicletas é muito mais dinâmico que o segmento de automóveis e esta característica exige uma maior atenção e velocidade no aquecimento dos leads até a visita na loja e posterior venda. Este foi o foco de todo o trabalho da Syonet, Lead Force e Grupo Brasileiro”, explica o diretor da Syonet e Lead Force, Isac Campos.

Sobre o Grupo Brasileiro
O Grupo Brasileiro - Divisão Honda, hoje é composto por 7 concessionárias com sedes por todo extremo sul da Bahia, entre elas estão a Brasmoto fundada em 1999 com sedes em Eunápolis e Porto Seguro, Jupará Motos adquirida em 2000 com sedes em Itabuna e Ilhéus, Moto Sul também adquirida em 2000 com sedes em Teixeira de Freitas e Itamaraju, Realeza Motos em Itapetinga fundada em 2002. O Grupo Brasileiro – Divisão Honda já está há mais de 19 anos no mercado de motocicletas prestando com excelência os serviços de revenda e mecânica de motos Honda. Mais informações em www.https://www.brasmoto.com.br/institucional

Sobre a Syonet

A Syonet é uma empresa com sede em Montenegro (RS), São Paulo (SP) e Recife (PE), que existe há 15 anos e atualmente atende mais de 1300 clientes e conta com uma equipe de 60 profissionais. Graças a sua liderança no mercado de CRM para o setor automotivo, a Syonet possui clientes em todos os estados brasileiros, nos setores automotivo, financeiro e industrial. Mais informações em www.syonet.com.br

Sobre a Lead Force

A Lead Force é uma plataforma convergente multicanal de marketing e estratégia digital automotivo que mais gera e converte leads no Brasil. É uma ferramenta on-line que otimiza e facilita a criação e distribuição do conteúdo por você mesmo, sem ter que ficar esperando e dependendo de agência. Alteração de preço, ofertas, modelos, serviços, agendar e postar nas redes sociais e tudo o que você precisar você mesmo pode fazer sem ter que solicitar à agência ou a um programador. Mais informações em www.leadforce.com.br


Fonte:
Fernanda Souza
Assistente
Tels: (11) 2609-1580
www.conectecomunicacao.com.br

SUPREMO DECIDE QUE ESTABILIDADE DE GESTANTE INDEPENDE DE CONHECIMENTO PRÉVIO DE GRAVIDEZ

Pleno do Supremo confirmou decisão do TST

O Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu que o desconhecimento da gravidez no momento da dispensa da empregada não afasta a responsabilidade do empregador pelo pagamento da indenização por estabilidade.

A decisão confirma o entendimento do Tribunal Superior do Trabalho sobre o tema.

O processo julgado foi o Recurso Extraordinário (RE) 629053, com repercussão geral reconhecida, interposto pela Resin República Serviços e Investimentos S/A contra decisão do TST no mesmo sentido.

Para o TST, a circunstância de o patrão desconhecer o estado gravídico da empregada, salvo previsão contrária em acordo coletivo, não afasta o pagamento de indenização decorrente da estabilidade.

Segundo o voto do ministro Alexandre de Moraes, que prevaleceu no julgamento, a comunicação formal ou informal ao empregador não é necessária.

No seu entendimento, o direito à estabilidade é instrumental e visa proteger a maternidade e garantir que a empregada gestante não seja dispensada imotivadamente.

Para ele, "o que o texto constitucional coloca como termo inicial é a gravidez. Constatado que esta ocorreu antes da dispensa arbitrária, incide a estabilidade", afirmou.

O desconhecimento da gravidez pela empregada ou a ausência de comunicação ao empregador, segundo o ministro, não podem prejudicar a gestante, uma vez que a proteção à maternidade, como direito individual, é irrenunciável.

A tese de repercussão geral aprovada pelo Plenário do STF foi a seguinte:"a incidência da estabilidade prevista no artigo 10, inciso II, alínea `b", do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) somente exige a anterioridade da gravidez à dispensa sem justa causa."

Fonte: Ascom - TRT/21ª Região

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

TRABALHO EM CAMPANHA ELEITORAL NÃO GERA VINCULO EMPREGATICIO, DECIDE TRT-RN


A prestação de serviços às campanhas pode ser feita sob regime de emprego, explicou Bento Herculano

Em toda campanha eleitoral o filme se repete, com dezenas de figurantes participando como coadjuvantes dos personagens principais do espetáculo. Neste ano, 474 candidatos a governador, senador, deputado federal e estadual disputaram o voto dos eleitores do Rio Grande do Norte.

Cada uma deles, arregimenta e mantém um exército de profissionais e voluntários trabalhando para lhe garantir, em um curto período de tempo e enfrentando uma concorrência sem precedentes, a vitória nas urnas.

São cabos eleitorais e prestadores de serviço de vários ramos, como jornalistas, diretores de TV, operadores de câmera, pesquisadores, motoristas, telefonistas, copeiras, entre outros.

Para a Justiça do Trabalho, a relação entre essa legião de trabalhadores e os candidatos e partidos precisa ser aferida em cada situação concreta.

No entendimento do desembargador Bento Herculano Duarte Neto, a existência ou não de vínculo empregatício nessa relação deve ser analisada "pelos requisitos já estabelecidos nos artigos 2º e 3º da CLT para a caracterização do contrato de emprego".

Para que haja reconhecimento de vínculo, detalha o vice presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), a prestação de serviços precisa ser feita por "pessoa física, deve haver pessoalidade, não eventualidade, subordinação jurídica e onerosidade".

Caso não preencham esses requisitos, observa Bento Herculano, "em que pese as inúmeras modificações implementadas na legislação pela Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), não se vislumbram impactos específicos no reconhecimento do vínculo na atividade dos denominados cabos eleitorais".

A prestação de serviços às campanhas pode ser feita sob regime de emprego, explica o desembargador, ou "como trabalho autônomo - hipótese em que inexiste a subordinação jurídica e o próprio trabalhador assume os riscos decorrentes de sua atividade, o que restou chancelado pela nova redação do art. 442-B da CLT - ou mediante trabalho eventual".

Em todo caso, alerta Bento Herculano, "deve-se atentar para a presença de expedientes fraudulentos com o escopo de encobrir a presença de uma verdadeira relação de emprego".

Cabos eleitorais - Tratando-se especificamente do cabo eleitoral, a situação é diferente, porque essa atividade é regida por um outro dispositivo, o artigo 100 da Lei 9.504/97.

"Esse artigo dispõe que a contratação de pessoal para prestação de serviços nas campanhas eleitorais não gera vínculo de emprego com o candidato ou partido contratante", explica o juiz Higor Marcelino Sanches, da Vara do Trabalho de Macau.

O juiz analisou um pedido de reconhecimento de relação de emprego de um cabo eleitoral, na época em que atuava na 1ª Vara do Trabalho de Mossoró, e negou o vínculo de um cabo eleitoral que trabalhou na eleição de 2016 para um candidato a prefeito daquela cidade (Proc. 0001193-17.2017.5.21.0011).

Para o juiz, "essa relação especial eleitoral tem como característica principal a ideologia pela busca de melhores condições políticas, tanto nas cidades, como nos Estados e até mesmo no País".

Assim, entende Higor Sanches, a relação entre empregado e empregador perderia espaço para uma "ideologia pluralista, sem fins lucrativos", o que descaracterizaria um dos elementos da relação de emprego, ou seja, "a troca da força de trabalho por um pagamento em dinheiro".



Em sua decisão, o juiz distinguiu "a busca por uma sociedade melhor" moveria a política e os cabos eleitorais da relação de emprego, que se move pela "onerosidade, troca da força de trabalho pela devida contraprestação financeira".

Mesmo no caso dos prestadores de serviços contratados e remunerados, a Justiça do Trabalho tem julgado diversos pedidos de vínculo de emprego que acabam não sendo reconhecidos.

A situação que prevalece é a configuração de relação de trabalho, e não de emprego, o que não gera o direito a verbas como férias, 13º salário e outros benefícios garantidos pela CLT.

A Lei dispõe ainda que a contratação direta e terceirizada de pessoal para prestação de serviços para a atividades de militância e mobilização de ruas nas campanhas eleitorais têm que observar alguns limites.

No caso dos municípios com até 30 mil eleitores,não poderá exceder a 1% do eleitorado. Nos demais municípios e no Distrito Federal, será de 1% mais uma contratação para cada mil eleitores que exceder o número de 30 mil.

Integridade - Mesmo não havendo o vínculo de emprego, a Justiça do Trabalho tem assegurado a integridade física dos prestadores de serviço, como foi o caso de cabo eleitoral que ficou cego de um olho após ser atingido por uma bandeira, durante uma briga com partidários adversários.

O fato ocorreu em Brasília, durante as eleições de 1998. No caso, uma Vara do Trabalho de Brasília condenou um candidato a governador ao pagamento de indenização de R$ 85 mil por danos materiais e morais ao cabo eleitoral.

A condenação de primeira instância foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (Distrito Federal e Tocantins) e mantida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).



Fonte: Ascom - TRT/21ª Região

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

TRT-RN NÃO RECONHECE VINCULO DE DIARISTA QUE TRABALHAVA 2 VEZES POR SEMANA

Juíza convocada Daniela Lustosa negou vínculo

O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) não reconheceu o vínculo empregatício como empregada doméstica de diarista que prestava serviço duas vezes por semana.

A decisão confirma julgamento da 3ª Vara do Trabalho de Mossoró.

A trabalhadora alegou no processo que prestou serviço de outubro de 2012 a abril de 2017, exercendo a função de empregada doméstica durante três dias por semana, das 7h15m às 13h30m, com a remuneração de R$ 500,00 mensais.

A empregadora, por sua vez, alegou que a autora do processo era diarista, realizando faxina duas vezes por semana, sem subordinação e jornada de trabalho.

Como a autora faltou a instrução do processo, a Vara do Trabalho aplicou a confissão fícta (Súmula 74 do TST), dando presunção de verdade aos fatos alegados pela defesa, no caso, a empregadora.

Inconformada, a trabalhadora recorreu da decisão ao TRT-RN.

Ao analisar o recurso, a juíza convocada Daniella Lustoza Marques de Souza Chaves reconheceu que a realização de serviços domésticos em apenas dois dias da semana caracteriza serviços de diarista.

Ela lembrou que a CLT, em seu Artigo 3º, considera empregado toda pessoa que presta serviço de natureza não eventual, sob a dependência do empregador e mediantes salário.

"Vê-se, pois, que, para a caracterização da relação de emprego, há que se considerar o conjunto de direitos e obrigações recíprocos, que vincula o trabalhador ao empregador", ressaltou ela.

Para tanto, seria necessária "a presença concomitantemente da pessoalidade, a não eventualidade, a subordinação e a onerosidade".

Daniela Lustosa destacou, também, que a própria trabalhadora admitiu, no recurso ordinário ao TRT, que prestava serviço duas vezes por semana, "não se verificando, assim, a não eventualidade na execução dos serviços, o que ocorria somente em duas vezes na semana".

A decisão, da Primeira Turma do TRT-RN, foi por unanimidade.

Processo: 0001409-69.2017.5.21.0013

Fonte: Ascom - TRT/21ª Região